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A-5 será um leilão muito bom para biomassa, diz Tolmasquim

 

O leilão A-3, realizado na última sexta-feira (06/06), não deu chance às térmicas, dado a competitividade de outras fontes. O certame contratou apenas eólica e hídrica – totalizando 968,6MW de potência. Mas o ano ainda não está perdido para as térmicas, principalmente para a biomassa. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, o próximo leilão A-5, marcado para 12 de setembro, deve ser “muito bom”.

“A biomassa vai ter uma oportunidade muito boa. Vai ter um produto específico só de térmica”, disse Tolmasquim. “O preço-teto vai ser definido pela térmica a carvão ou a gás, que são bem mais caros que a biomassa”, completou.

Como haverá uma divisão por produto no leilão, a biomassa se torna mais competitiva dentro do produto “térmico”, composto por usinas movidas a carvão mineral, gás natural e biomassa (cana-de-açúcar, resíduos, cavaco de madeira). “No próximo leilão A-5, eu diria que vai ser um momento da biomassa”, disse o executivo da EPE.

No A-3, estavam habilitados cinco projetos a biomassa, perfazendo 198MW de capacidade. Os futuros empreendimentos estão localizados nos estados do Mato Grosso do Sul, Roraima e São Paulo. Para o A-5, são 25 projetos a biomassa inscritos, perfazendo 1.662MW de potência.

“Olhado para 2019, a gente precisa pelo menos não deixar a proporção de térmicas cair na matriz elétrica”, afirmou Tolmasquim. “Por isso o A-5 será um leilão que a gente pretende dar um preço bem mais atrativo do que foi dado até hoje, para tentar ver se já uma contratação.”

No total, o A-5 tem 20 mil MW inscritos. “Não tenho dúvida que esse número habilitado final será bem menor”, concluiu Tolmasquim, que falou com a imprensa após o leilão A-3.

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as térmicas representam 30,1% da matriz elétrica, completado por hídricas (67,38%) e eólicas (2,41%), considerando os projetos em operação. Existem ainda 2.344MW de térmicas em construção, além de 18.477MW entre hidrelétricas, eólicas, PCHs, e pequenas centrais hidrelétricas em obras.

Fonte: Jornal da Energia