Newsletter

Cadastre seu e-mail e fique por dentro sobre vagas de emprego, informativos de mercado, opiniões e artigos técnicos.
Enviar
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso.
COTAÇÕES

BOVESPA

  • Variação

    Pontos

  • -0,44%

    74.157,38

  • 25/11/2017 06h00
    Yahoo

DÓLAR COMERCIAL

  • Variação

    Valor

  • 0,31%

    R$ 3,232

  • 25/11/2017 06h00
    UOL

AÇÚCAR CRISTAL

  • Variação

    Valor

  • 15,43%

    R$ 66,81

  • 25/11/2017 06h00
    CEPEA

ETANOL HIDRATADO

  • Variação

    Valor

  • 0,24%

    R$ 1,6810/L

  • 25/11/2017 06h00
    CEPEA

ETANOL ANIDRO

  • Variação

    Valor

  • 0,21%

    R$ 1,8324/L

  • 25/11/2017 06h00
    CEPEA

Compradores dos EUA de etanol brasileiro adiam carregamentos e onda de importações é afetada.

 

NOVA YORK (Reuters) - Os compradores norte-americanos de etanol cancelaram ou adiaram contratos para carregamentos do biocombustível do Brasil, disseram operadores nesta quarta-feira, assinalando o fim de uma oportunidade de negociações arbitrada que impulsionou uma onda de importações nos últimos meses, inchando os estoques dos EUA e afetando os preços.

Compradores dos Estados Unidos adiaram embarques originalmente agendados para o final do ano ou cancelaram em conjunto os embarques de 40 mil metros cúbicos, cerca de 252 mil barris, de biocombustíveis do Brasil, disseram três fontes.

A janela de importações foi "completamente fechada", disse um operador dos EUA, citando o aumento dos preços no mercado físico de etanol no Brasil após a Petrobras decidir aumentar os preços da gasolina, impulsionando a demanda por biocombustível.

Os preços à vista do etanol no Brasil saltaram para uma máxima de 5 meses e meio, de 1,741 dólar por galão, recuperando-se das mínimas de seis anos atingidas em setembro, e enviando o combustível brasileiro para um prêmio acima do etanol norte-americano, que está sendo negociado em cerca de 1,62 dólar por galão no centro de entregas do Meio-Oeste dos EUA, em Argo, Illinois.

Isso tornou as importações de biocombustível de cana-de-açúcar menos atraentes para os compradores norte-americanos, que podem em vez disso comprar o etanol de milho produzido nos EUA, onde os preços continuam sob pressão por causa dos grandes estoques e aumento crescente de produção.

 

(Por Chris Prentice)

Fonte: Reuters