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Governos federal e de SP analisam novos leilões de energia

 

O governo federal e o governo do Estado de São Paulo analisam a possibilidade de realizar novos leilões de energia, com o objetivo de viabilizar a construção de novas usinas de geração.

Em ambos os casos, o foco seria o atendimento da energia no chamado horário de ponta de consumo, preocupação que foi reforçada desde o apagão que atingiu Estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul em 19 de janeiro passado.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que o governo analisa a possibilidade de realizar um terceiro leilão ainda este ano, uma licitação específica para a ponta de carga. Os outros dois leilões são o A-3 e o A-5, com fornecimento previsto em um prazo de três e cinco anos, respectivamente.

A proposta deste novo leilão é estimular a geração próxima ao centro de carga, ou seja, às regiões de maior consumo no País, também conhecida como geração distribuída. “Com isso podemos entrar direto (com a energia) na rede de distribuição. Seria ´glicose na veia´ em horas em que precisamos de energia”, afirmou Braga, que participou nesta segunda-feira, 19, do 11º Congresso Brasileiro da Construção, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

O secretário de Energia de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles, presente no mesmo evento, afirmou que o governo estadual também analisa alternativas para viabilizar projetos de geração de energia.

“Nossa ideia é estimular uma geração cada vez maior para atender a demandas regionais, embora no conceito de pico. Ele pode ocorrer com característica de leilão de ponta, mas não é necessário que seja assim”, disse.

A proposta, dessa forma, seria justamente viabilizar uma oferta para evitar problemas de fornecimento no horário de pico de consumo. São Paulo poderia, inclusive, promover um leilão regional de energia.

Meirelles deixou claro, em mais de uma oportunidade, que o governo de São Paulo e o governo federal estão discutindo soluções para a situação do setor elétrico. O andamento das conversas, contudo, ainda é tratado de forma confidencial pelos governos federal e estadual.

(Fonte: Estadão Conteúdo)