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Levantamento aponta que São Paulo tem a gasolina mais barata do país

 

São Paulo tem a gasolina mais barata do país, conforme aponta o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo. Já o Rio de Janeiro tem o segundo maior preço, só perde para Manaus, mas o que provoca tamanha diferença em uma distância que não passa muito dos 400 quilômetros?

O Rio de Janeiro é o maior produtor de petróleo do país, responsável por quase 67% do total extraído no Brasil, mas entre os estados produtores, ali está a segunda gasolina mais cara, os preços só perdem para os cobrados no Amazonas.

São Paulo não está na lista dos estados com a gasolina mais cara, mas nem por isso os consumidores deixam de reclamar. Os preços estão bem menores do que os do Rio.

Em São Paulo, é possível pagar menos de R$ 2,80 no litro da gasolina comum e menos de R$ 1,70 no do etanol. Já no Rio, o litro do etanol se aproxima dos R$ 3 e o da gasolina vai além, chegando perto dos R$ 3,80.

Considerando os preços médios, a diferença na gasolina é de quase R$ 0,40 e no etanol são quase R$ 0,70 a mais por litro, por isso, tem gente atravessando a divisa entre os estados para abastecer o carro do lado paulista.

O preço da gasolina pura nas refinarias de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e na de Paulínia, no noroeste paulista, é o mesmo, mas quando entra o álcool anidro, que é puro e corresponde a 27% da mistura que forma a gasolina comum, os custos começam a mudar.

A maior parte do álcool sai de São Paulo e o frete encarece mais a mistura no Rio. Em São Paulo também o etanol é mais barato porque o imposto sobre esse combustível é menor do que o cobrado no Rio.

Outra diferença grande está entre as cargas tributárias cobradas na gasolina vendida para o consumidor. Em SP, o imposto sobre circulação de mercadorias e serviços, o ICMS, é de 25%. No Rio, o ICMS sobre a gasolina é maior, 30%, e tem mais 1% do Fundo Estadual de Combate à Pobreza.

Várias distribuidoras e muitos postos espalhados pelas ruas aumentam a competição em São Paulo e os preços variam bastante.

No Rio, o consumidor vem acompanhando o número de postos reduzir a cada ano, principalmente nas áreas mais valorizadas, como na zona sul da cidade.

Em São Paulo, os consumidores ainda podem usar a velha estratégia de observar o preço e tentar pagar o mínimo possível.

Fonte> UDOP - Jean Raupp e Mônica Sanches