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Para reverter deficit, Dilma promete plano de exportação

 

A presidente Dilma Rousseff prometeu nesta terça-feira (27) a seus ministros anunciar no primeiro semestre um "plano nacional de exportação" para tentar reverter o deficit comercial registrado no ano passado.

Na primeira reunião ministerial de seu novo mandato, Dilma não deu detalhes das medidas que integrarão o plano, mas ordenou à equipe econômica que auxilie o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior a encontrar soluções para estimular o setor exportador.

Segundo a Folha apurou, o pacote deve focar em ações de desburocratização, atração de crédito, simplificação de financiamentos, abertura de mercados internacionais consumidores e flexibilização de legislações, para que fiquem menos restritivas.

A meta central da iniciativa é ampliar e diversificar as exportações brasileiras, tarefa que neste ano ainda tem o complicador de um cenário adverso para importantes parceiros, como China e, especialmente, Europa.

O país registrou no ano passado o primeiro deficit comercial desde 2000, de US$ 3,93 bilhões. Em 2013, a balança comercial do país já havia ficado perto do vermelho, com um superavit de US$ 2,3 bilhões, queda de cerca de 90% na comparação com o resultado de 2012.

No total, as trocas brasileiras com o restante do mundo incluindo contratação de serviços, remessa de lucros e pagamentos de juros acumularam um rombo de US$ 90,9 bilhões no ano passado, o equivalente a 4,17% do PIB o maior deficit desde 2001, quando foi de 4,19%.

Por falta de espaço fiscal, incentivos tributários para tentar reverter o deficit tendem a ficar para um segundo momento.

O programa Reintegra, que devolve para as empresas 3% do valor exportado em manufaturados, será mantido e, portanto, será um dos pontos do plano.

O objetivo do ministério é transformar o plano em marca do governo, meta ambiciosa levando em conta a falta de dinheiro para medidas que melhorem as condições dos empresários de competir no mercado global.

Segundo diversos auxiliares presidenciais que participaram da reunião desta terça, "acabou a era dos grandes anúncios".

Em outras áreas, Dilma afirmou que vai ampliar as concessões públicas nos próximos meses para hidrovias e dragagem, além de incorporar concessões ao Programa de Aceleração do Crescimento e encaminhar projetos de combate à corrupção.

Natuza Nery e Andréia Sadi

Fonte: Folha de S. PauloA presidente Dilma Rousseff prometeu nesta terça-feira (27) a seus ministros anunciar no primeiro semestre um "plano nacional de exportação" para tentar reverter o deficit comercial registrado no ano passado.

Na primeira reunião ministerial de seu novo mandato, Dilma não deu detalhes das medidas que integrarão o plano, mas ordenou à equipe econômica que auxilie o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior a encontrar soluções para estimular o setor exportador.

Segundo a Folha apurou, o pacote deve focar em ações de desburocratização, atração de crédito, simplificação de financiamentos, abertura de mercados internacionais consumidores e flexibilização de legislações, para que fiquem menos restritivas.

A meta central da iniciativa é ampliar e diversificar as exportações brasileiras, tarefa que neste ano ainda tem o complicador de um cenário adverso para importantes parceiros, como China e, especialmente, Europa.

O país registrou no ano passado o primeiro deficit comercial desde 2000, de US$ 3,93 bilhões. Em 2013, a balança comercial do país já havia ficado perto do vermelho, com um superavit de US$ 2,3 bilhões, queda de cerca de 90% na comparação com o resultado de 2012.

No total, as trocas brasileiras com o restante do mundo incluindo contratação de serviços, remessa de lucros e pagamentos de juros acumularam um rombo de US$ 90,9 bilhões no ano passado, o equivalente a 4,17% do PIB o maior deficit desde 2001, quando foi de 4,19%.

Por falta de espaço fiscal, incentivos tributários para tentar reverter o deficit tendem a ficar para um segundo momento.

O programa Reintegra, que devolve para as empresas 3% do valor exportado em manufaturados, será mantido e, portanto, será um dos pontos do plano.

O objetivo do ministério é transformar o plano em marca do governo, meta ambiciosa levando em conta a falta de dinheiro para medidas que melhorem as condições dos empresários de competir no mercado global.

Segundo diversos auxiliares presidenciais que participaram da reunião desta terça, "acabou a era dos grandes anúncios".

Em outras áreas, Dilma afirmou que vai ampliar as concessões públicas nos próximos meses para hidrovias e dragagem, além de incorporar concessões ao Programa de Aceleração do Crescimento e encaminhar projetos de combate à corrupção.

Natuza Nery e Andréia Sadi

Fonte: Folha de S. Paulo