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Reajuste para gasolina desamina setor sucroenergético

 

A Petrobras anunciou dia 6, os reajustes para gasolina, de 3%, e para o diesel, de 5%. Os novos valores para venda das refinarias passam a valer a partir desta sexta, dia 7. Este é o primeiro aumento desde novembro de 2013. Porém, o reajuste não deve impactar positivamente o etanol.

O setor aponta que o percentual aplicado não trará reflexos nas bombas. Para o presidente da UDOP, Celso Junqueira Franco, o acréscimo comprova que o Governo está dando prioridade a gasolina, impedindo a competitividade do etanol hidratado no mercado. "O reajuste não trata impacto ao repasse dos preços atuais", afirma.

Já para o presidente do SIAMIG, Mario Campos, o impacto será irrisório. "A baixa competitividade junto à gasolina poderá manter apenas em Estados onde o biocombustível é aceito, como Goiás e São Paulo. Nos outros estados, não teremos mudanças positivas", completa Campos.

Mario Campos alerta, ainda, para aumento de custos nas usinas. "Algumas usinas utilizam o diesel como combustível dos maquinários. Este novo percentual deve gerar aumentos nos custos de produção", afirma.

Desde que o anuncio foi feito, o setor sucroenergético vem apontando para adoção de novas medidas políticas como incentivo ao etanol. "Esperamos que um novo reajuste seja aplicado no início do ano ou, então, que tenhamos o retorno da CIDE", conta Campos.

Fonte: Universoagro