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Termelétricas atingem o limite e há risco de escassez energética no verão

 

Com quase todas as usinas térmicas funcionando, ficam ainda mais reduzidas as opções de geração de energia extra no verão.

O nosso futuro energético está mais uma vez dependendo da quantidade de chuva que teremos daqui para frente. O nível de água nos reservatórios está muito baixo.

No Nordeste é de 9%. Se cair mais um pouco, o sistema já não poderá operar, com risco de danificar as máquinas. No Sudeste e Centro-Oeste está em 28%, quando o normal seria entre 45% e 50%. No Norte também, mas o nível de água está em 25% apenas. A situação só é boa no Sul.

Enquanto isso, a geração de energia pelas termoelétricas nunca esteve tão alta. Em agosto, o governo desligou 21 usinas, mas ligou outras. Especialistas do setor dizem que a queda no consumo industrial possibilitou o desligamento, mas o fato é que ainda dependemos dessa energia mais cara e que tem mantido a bandeira vermelha nas contas de luz.

Para os especialistas, o risco agora é termos um verão semelhante ao passado: quente e sem muita chuva. Uma péssima combinação porque, nesse caso, teremos aumento de consumo com os aparelhos de refrigeração e pouca água nos reservatórios para a produção de energia.

"Se não chover nós vamos ter problemas similares ou até piores porque as térmicas já estão ligadas. Será que nós vamos ter? Nós não temos mais térmicas pra ligar, pra atender uma possível falta de hidrologia nos reservatórios", explica Reinaldo Castro Souza, prof. engenharia elétrica da PUC-Rio.

Se a chuva não vier, o risco é ter que diminuir o consumo. "Tem o risco de enfrentar um verão de racionamento. Isso basta pegar os números, a gente percebe claramente isto. Você diz: 'Olha, todos nós vamos ter que reduzir 10%, 15% do consumo porque eu não tenho reservatórios e termelétricas suficientes para atender esta demanda", diz Castro Souza.

Fonte: G1