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'Prévia' do PIB do BC indica tombo de quase 11% no 2º trimestre e início de recessão

 

 
 
Resultado indica efeitos da pandemia na economia, que começaram a ser sentidos com mais intensidade a partir de março. PIB oficial será divulgado em 1º de setembro pelo IBGE.
 
A economia brasileira registrou um tombo de 10,94% no segundo trimestre de 2020, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (14).
 
O indicador é considerado uma "prévia" do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial do PIB do segundo trimestre será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1º de setembro.
 
Se a retração do PIB se confirmar no segundo trimestre deste ano, o Brasil terá entrado oficialmente em "recessão técnica", ou seja, recuo do nível de atividade por dois trimestres consecutivos.
 
Nos três primeiros meses deste ano, a economia já havia tido retração de 1,5%.
 
O recuo entre abril e junho deste ano foi verificado pelo Banco Central na comparação com o primeiro trimestre de 2020. O valor foi calculado após ajuste sazonal, uma "compensação" para comparar períodos diferentes de um ano.
 
A queda da atividade econômica acontece em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão.
 
Nos últimos meses, porém, indicadores têm mostrado o início de uma retomada no Brasil, em setores como indústria e comércio.
 
O mercado financeiro estimou, na semana passada, uma retração de 5,62% para a economia brasileira neste ano.
No mês passado, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020.
O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1% em 2020.
Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos.
 
Mês de junho e parcial do ano
Somente em junho deste ano, de acordo com o IBC-Br, a economia brasileira mostrou crescimento de 4,89% na comparação com o maio. O número foi calculado após ajuste sazonal.
 
Esse foi o segundo mês seguido de crescimento do indicador, após registrar fortes recuos em março e abril deste ano.
 
Entretanto, na comparação com junho do ano passado, informou o Banco Central, o índice de atividade econômica apontou queda de 7,05%. Nesse caso, o índice foi calculado sem ajuste sazonal, pois considera períodos iguais.
 
Já no acumulado dos seis primeiros meses deste ano, de acordo com a instituição, o índice de atividade econômica registrou uma redução de 6,28%. Em 12 meses até junho de 2020, os números do BC indicam uma queda do PIB de 2,55% (sem ajuste sazonal).
 
PIB x IBC-Br
Os resultados do IBC-Br são considerados uma "prévia do PIB". Porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto.
 
O cálculo dos dois é um pouco diferente – o indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.
 
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.
 
Atualmente, a taxa Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica, e o BC indicou, no comunicado da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), cautela sobre a possibilidade de novos cortes pois o Brasil já estaria próximo do nível a partir do qual reduções adicionais na taxa de juros poderiam gerar instabilidade nos preços de ativos (alta do dólar, por exemplo).
 
Fonte: G1