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Bovespa sobe 10% em dia de recuperação nos mercados globais

 

 
 
Na sessão anterior, Ibovespa despencou 14,78% e teve maior queda desde setembro de 1998.
 
O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em forte alta nesta sexta-feira (13), após o tombo de mais de 14% da véspera, em dia de recuperação nas principais bolsas do mundo, sinalizando uma trégua após fortes perdas na semana na esteira do clima de pânico nos mercados com a pandemia de coronavírus. O avanço, no entanto, perdia alguma força no início da tarde.
 
Às 14h54, o Ibovespa subia 10,56%, a 80.147 pontos. Mais cedo, chegou a disparar acima de 15%, batendo 83.758 pontos. Veja mais cotações.
 
Com a disparada desta sexta, a perda acumulada no ano foi atenuada e estava em torno de 33%.
 
Entre as maiores altas, Vale subia 14% e Petrobras saltava 11%.
 
No dia anterior, o Ibovespa tombou 14,78%, a 72.582 pontos, no patamar mais baixo desde 28 de junho de 2018 (71.766 pontos), após duas interrupções das negociações ao longo da sessão. Foi a maior queda diária desde 10 de setembro de 1998, quando a bolsa despencou 15,82%, e o mundo lidava com os efeitos da crise da Rússia. Foi a 4ª vez na história da B3 que os negócios foram paralisados duas vezes na mesma sessão.
 
Perdas de quase R$ 490 bilhões em 1 dia
No ano, o principal índice da bolsa brasileira acumulou até a véspera uma queda de 37,24%. Em valor de mercado, as companhias listadas na bolsa perderam R$ 489,2 bilhões apenas nesta quinta-feira. No ano, elas já encolheram R$ 1,528 trilhão.
 
O catalisador para o tombo generalizado nas bolsas nesta quinta foi a decisão do presidente norte-americano Donald Trump, anunciada na noite de quarta, de proibir viagens da Europa para os Estados Unidos por 30 dias.
 
O tombo nos mercados só não foi maior porque o Federal Reserve de Nova York anunciou que irá injetar US$ 1,5 trilhão no sistema financeiro.
 
Cenário externo e doméstico
Nesta sexta-feira, as bolsas da Europa e os preços do petróleo subiam, sinalizando uma sessão de ajuste, em meio a ações de bancos centrais para minimizar os impactos econômicos do coronavírus.
 
Nesta sexta-feira, vários BC anunciaram pacotes de estímulos e medidas para tentar com atenuar os efeitos da pandemia nas respectivas economias, bem como nos seus mercados, entre eles o Banco do Japão e o Banco do Povo da China.
 
"Investidores continuarão avaliando o novo nível de preços – agora muito mais atrativos – contra os riscos latentes da conjuntura atual", destacou a equipe da Guide Investimentos, acrescentando, porém, que ainda espera extrema volatilidade em razão da manutenção da incerteza sobre os impactos do Covid-19 e da guerra de preços do petróleo.
 
Na cena doméstica, a expectativa é em torno da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central , que decide na próxima quarta-feira (18) a nova taxa básica de juros, hoje em 4,25%. Cresce no mercado a aposta de um novo corte na Selic em meio às reduções nas projeções para a alta do PIB em 2020.
 
No âmbito político, o mercado monitora de perto as relações entre Executivo e Legislativo, assim como uma medida provisória que deve ser assinada hoje pelo presidente e prevê R$ 5 bilhões para a área saúde, a medida que os casos de coronavírus pelo Brasil aumentam. As medidas devem complementar o pacote anunciado ontem pela área econômica para estimular o consumo e minorar os efeitos da doença.
 
No Brasil, as atenções também estavam voltadas para o resultado do exame de coronavírus feito pelo presidente Jair Bolsonaro, após um após um integrante de sua comitiva presidencial em viagem aos Estados Unidos ter resultado positivo em teste para o novo vírus.
 
Fonte: G1