Sermasa Equipamentos Industriais

Newsletter

Cadastre seu e-mail e fique por dentro sobre vagas de emprego, informativos de mercado, opiniões e artigos técnicos.
Enviar
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso.
Carregando

COTAÇÕES

BOVESPA

  • Variação

    Pontos

  • +503,48 (+0,46%)

  • 07/12/2019 11h00
    Yahoo

DÓLAR COMERCIAL

  • Variação

    Valor

  • 0,0000 (0,0000%)

  • 07/12/2019 11h00
    Yahoo

AÇÚCAR CRISTAL

  • Variação

    Valor

  • 3,87%

    R$ 68,10

  • 07/12/2019 11h00
    CEPEA

ETANOL HIDRATADO

  • Variação

    Valor

  • 2,48%

    R$ 2,0097/L

  • 07/12/2019 11h00
    CEPEA

ETANOL ANIDRO

  • Variação

    Valor

  • 1,17%

    R$ 2,1721/L

  • 07/12/2019 11h00
    CEPEA

Caixa planeja vender 4 ativos nos próximos 12 meses, diz presidente do banco

 

Pedro Guimarães
 
Primeira venda deve ser a participação do banco no negócio de loterias.
O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, declarou nesta quarta-feira (30) que pretende vender pelo menos quatro ativos do banco nos próximos 12 meses, dois deles ainda este ano.
 
O primeiro deve ser a participação no negócio de loterias, cuja operação está mais avançada. Os outros três são as subsidiárias que operam seguros, cartões e gestão de recursos (asset management).
 
Durante evento do banco Credit Suisse, em São Paulo, Guimarães disse que não pretende vender 100% da participação da Caixa nestes ativos. Ele defendeu que a melhor forma de realizar a venda é via mercado de capitais, seja por meio de IPOs (abertura de capital na bolsa) ou follow on (oferta de ações).
 
 
Pagamento de dívidas
A Caixa é uma estatal 100% pública, diferentemente da Petrobras e Banco do Brasil, que negociam ações na bolsa. A venda de suas subsidiárias possibilitaria levantar recursos para pagar uma dívida de R$ 40 bilhões do banco com a União.
 
"Penso em fazer um IPO menor. Não vou querer fazer uma operação gigante na bolsa e depois colocar o preço lá embaixo", disse Guimarães.
 
Segundo o executivo, a intenção do banco é abrir capital dos ativos não somente na B3, mas também no exterior. "É muito importante para a governança da Caixa que ela seja listada na bolsa de Nova York", afirmou o presidente do banco.
 
Ele também declarou que pretende recorrer a mecanismos para atrair pessoas físicas nos IPOs, como uma classe diferenciada para este tipo de investidor. "Temos que atrair o varejo. E que as pessoas possam dizer que compraram uma ação da Caixa".
 
Sobre uma possível abertura de capital da própria Caixa Econômica no futuro, Guimarães afirmou que este assunto está fora de discussão e não cabe a ele decidir.
 
 
Crédito imobiliário
Sobre a intenção de securitizar as operações de crédito imobiliário, o presidente do banco disse que a meta de R$ 100 bilhões será alcançada em quatro anos com folga. A securitização é uma prática que consiste em agrupar os ativos imobiliários e converte-los em títulos para depois negocia-los no mercado de capitais.
 
"Eu posso reduzir a carteira de crédito com a securitização e continuar a ser original", disse Guimarães.
 
Na parte de produtos, outro objetivo será implantar o segmento de cartão consignado. Segundo Guimarães, a ideia é reforçar a venda do produto nas lotéricas, para alcançar regiões do Brasil sem agências.
 
 
Mercado de capitais e seguros
A estratégia de securitizar o crédito faz parte da meta de ampliar a atuação da Caixa no mercado de capitais, explicou Guimarães. Segundo ele, o banco passará a negociar mais produtos financeiros, como fundos imobiliários, letras de crédito imobiliário (LCI) e letras imobiliária garantida (LIG). Também está no radar do banco emitir uma debênture.
 
A parte de seguros, que hoje é menor que a operação do Banco do Brasil, também será reforçada, além das operações de microcrédito, voltadas para pequenas empresas.
 
 
Fonte: G1