Sermasa Equipamentos Industriais

Newsletter

Cadastre seu e-mail e fique por dentro sobre vagas de emprego, informativos de mercado, opiniões e artigos técnicos.
Enviar
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso.
Carregando

COTAÇÕES

BOVESPA

  • Variação

    Pontos

  • A partir de 1:45PM BRT. Mercado aberto.

  • 25/06/2020 14h00
    Yahoo

DÓLAR COMERCIAL

  • Variação

    Valor

  • A partir de 6:00PM BST. Mercado aberto.

  • 25/06/2020 14h00
    Yahoo

AÇÚCAR CRISTAL

  • Variação

    Valor

  • 1,45%

    R$ 75,68

  • 25/06/2020 14h00
    CEPEA

ETANOL HIDRATADO

  • Variação

    Valor

  • 0,83%

    R$ 1,6607/L

  • 25/06/2020 14h00
    CEPEA

ETANOL ANIDRO

  • Variação

    Valor

  • 0,82%

    R$ 1,8762/L

  • 25/06/2020 14h00
    CEPEA

Cerca de 1,1 milhão de pessoas voltaram ao trabalho no país na segunda semana de junho, diz IBGE

 

 
 
a flexibilização do isolamento social em diversas cidades brasileiras em junho, cerca de 1,1 milhão de pessoas que estavam afastadas do trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus podem ter retornado a seus postos de trabalho em apenas uma semana. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
De acordo com o estudo, na segunda semana de junho havia no país 12,4 milhões de pessoas afastadas do trabalho por causa da pandemia do coronavírus. Na semana anterior, esse contingente era de 13,5 milhões. Já na primeira semana de maio esse número chegava a 16,6 milhões, o que representa uma queda de 4,2 milhões em cinco semanas.
 
“Em relação à primeira semana de junho, o resultado pode significar algum retorno ao trabalho, mas também dispensa de pessoas dos seus trabalhos", ressalvou a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Viera.
 
De acordo com o levantamento, cerca de 11,9 milhões de brasileiros estavam desempregados na segunda semana de junho, o que representa um aumento de, aproximadamente, 700 mil trabalhadores a mais na fila por um emprego no país na comparação com a semana anterior.
 
Já na comparação com a primeira semana de maio, a população desempregada aumentou em cerca de 2 milhões de pessoas - uma alta de 20% em cinco semanas.
 
O levantamento foi feito entre os dias 7 e 13 de junho por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. A pesquisa não é comparável à Pnad Contínua, divulgada mensalmente também pelo IBGE e qua aponta os dados oficiais de desemprego do país.
 
Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas. Na última divulgação, a Pnad Contínua mostrou que, entre abril e maio, cerca de 7,8 milhões de postos de trabalho foram fechados no Brasil, chegando 12,7 milhões o número de desempregados no país.
 
Trabalho remoto estável
De acordo com a Pnad Covid-19, na segunda semana de maio chegou a 8,5 milhões o número de pessoas que trabalhavam remotamente por causa da pandemia do coronavírus - cerca de 400 mil pessoas a menos que o observado na primeira semana do mês.
 
Apesar da queda entre a primeira e a segunda semana de junho, o IBGE enfatizou que o contingente de trabalhadores em home office se manteve no mesmo patamar da primeira semana de maio, quando já havia sido mensurado o contingente de 8,5 milhões em trabalho remoto.
 
Informalidade volta a ter alta
A pesquisa mostrou, ainda, o número de trabalhadores informais chegou a 29,2 milhões na segunda semana de junho, o que representa uma queda de aproximadamente 500 mil em uma semana.
 
Na divulgação anterior, o IBGE havia destacado que a informalidade é que vem segurando o nível de ocupação no país. Na primeira semana de maio, o Brasil tinha 29,9 milhões de trabalhadores na informalidade, número que caiu para 28,5 milhões na terceira semana de maio, mas voltou a crescer nas duas semanas seguintes até registrar a queda na segunda semana de junho.
 
O IBGE considera como trabalhador informal aqueles empregados no setor privado sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além de pessoas que ajudam parentes.
 
A da taxa de informalidade caiu de 35,6% para 35,0% entre a primeira e a segunda semana de junho, o que o IBGE considera como estabilidade do indicador.
 
De acordo com a pesquisa, o nível de ocupação caiu de 49,3% na primeira semana de junho para 49% na segunda. A queda, no entanto, é considerada como estabilidade pelo IBGE. O número de ocupados na segunda semana do mês era de 83,5 milhões, cerca de 200 mil a menos que na semana anterior.
 
Fonte: G1