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Depois do tombo recorde, Brasil deve ter recuperação lenta e desafio de acertar as contas públicas

 

 
O G1 conversou com economistas sobre o futuro da economia do país e a recuperação após a maior recessão da história.
 
Depois do tombo recorde no segundo trimestre, com queda de 9,7% na comparação com os três meses anteriores, a economia brasileira deve apresentar uma recuperação até o fim deste ano. Mas um crescimento sustentável e de fôlego vai depender do controle das contas públicas e da retomada da agenda de reformas, segundo economistas ouvidos pelo G1.
 
A administração Jair Bolsonaro tem uma equação difícil pela frente. O Auxílio Emergencial ajudou a mitigar os efeitos da crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus, mas custa caro para um país que tenta há anos ajustar as contas públicas. E a criação do programa Renda Brasil, em substituição ao Bolsa Família, também deve encontrar resistência para caber no teto de gastos - que limita o crescimento das despesas do governo à inflação do ano anterior.
 
Uma eventual deterioração permanente das contas públicas pode levar a uma piora de percepção de risco da economia brasileira, aumentando a incerteza e afugentando investimentos.
 
O G1 conversou com três economistas sobre os desafios e o que esperar da economia brasileira nos próximos meses.
 
Ana Paula Vescovi
Para a economista-chefe do banco Santander, Ana Paula Vescovi, a economia brasileira tem de seguir com a disciplina fiscal e avançar na agenda de reformas para recuperar a confiança dos investidores, modernizar a economia brasileira e garantir uma recuperação sustentada da economia do país a partir de 2021.
 
Affonso Celso Pastore
O ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore avalia que a recuperação do Brasil vai ser lenta. Sem controlar a pandemia e com o mercado de trabalho bastante afetado pela crise sanitária, o economista diz que o consumo das famílias não deverá ter força para ajudar na sustentação do Produto Interno Bruto do país. Ele também demonstra preocupação com o rumo das contas públicas do país, sobretudo se o governo Jair Bolsonaro abandonar qualquer compromisso fiscal de olho na eleição presidencial de 2022.
 
Zeina Latif
A economista Zeina Latif acredita que o mercado financeiro está mais "sensível" com os sinais dúbios do governo Jair Bolsonaro em relação ao controle das contas públicas – o presidente chegou a afirmar que havia uma discussão para mudar o teto de gastos. Para ela, o pior da crise provocada pela pandemia já ficou para trás, mas avalia que a retomada será lenta. Em 2021, projeta um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 2% a 2,5%.
 
Fonte: G1