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Dólar chega a ultrapassar R$ 5,40 e renova recorde intradiário

 

 
 
Mercado brasileiro, que esteve fechado na véspera, precifica terça-feira negativa no mundo; possível corte da taxa básica de juros também está no radar
O dólar sobe frente ao real nesta quarta-feira, 22, com os investidores precificando o movimento da véspera, em que a maioria dos ativos de risco se desvalorizaram em razão da maior instabilidade na indústria de petróleo. 
 
Às 15h50, o dólar comercial subia 1,5% e era vendido por 5,389 reais. Com isso, a moeda americana caminha para um novo recorde de fechamento contra o real. O último, registrado no início do mês, foi de 5,326 reais. A máxima intradiária já foi renovada mais cedo, quando o a moeda americana tocou os 5,410 reais. O dólar turismo avançava 0,4%, cotado a 5,62 reais.
 
Com a forte queda de demanda pela commodity e com os produtores sem ter mais onde estocá-la, o petróleo WTI, que chegou a ser negociado no campo negativo no início desta semana, era cotado a 11,8 dólares, ainda próximo das mínimas de 1999. O petróleo brent, referência para a política de preços da Petrobras, era cotado a 20,46 dólares.
 
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Apesar da preocupação dos investidores sobre o preço do “ouro preto”, o cenário externo dá sinais de recuperação, após as fortes perdas desta terça-feira, 21. As moedas emergentes, que, na véspera, chegaram a perder mais de 2% em relação ao dólar, ganham força. Já o mercado de câmbio brasileiro, que esteve fechado devido ao feriado de Tiradentes, corrige o atraso.
 
“Ontem, as moedas sofreram bastante em frente ao dólar. Então, aqui a gente deve ter um dia de dólar para cima”, disse Vanei Nagem, analista de câmbio da Terra Investimentos.
 
Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos vê a alta do dólar também associada a um possível corte da taxa básica de juros no Brasil, tendo em vista os recentes comentários do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. “Não estão mais descartando a possibilidade do ciclo de cortes continuar. A redução dos juros parece estar mais palpável”, comentou.
 
Embora juros mais baixos possam ajudar a estimular a economia, também diminuem a atratividade dos títulos brasileiros em relação aos de países que pagam maior prêmio – o que afasta o capital estrangeiro especulativo e, consequentemente, reduz a quantidade de dólares no país.
 
No exterior, parte do bom humor desta quarta-feira, se deve à aprovação do pacote de estímulo de 484 bilhões de dólares no Senado americano. O projeto, que prevê ajuda a pequenas empresas e hospitais, ainda precisa passar pela Câmara e ser assinado pelo presidente Donald Trump para entrar em vigor.
 
 
Fonte: EXAME