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Dólar fecha em alta com mercado de olho em incertezas fiscais

 

O dólar fechou em alta nesta quinta-feira (18), na quarta sessão consecutiva de avanço frente ao real, à medida que participantes do mercado avaliavam as perspectivas fiscais do Brasil em meio à tramitação da PEC dos Precatórios no Congresso.
 
A moeda norte-americana subiu 0,80%, cotada a R$ 5,5690. Veja mais cotações.
 
Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,46%, a R$ 5,5246. Com o resultado desta quinta, passou a acumular queda de 1,39% no mês. No ano, tem avanço de 7,36% contra o real.
 
 
 
Cenário
O mercado de câmbio tem sido influenciado nos últimos dias pelas crescentes apostas de aperto monetário mais cedo do que o esperado nos Estados Unidos pela incertezas sobre a saúde fiscal do Brasil e temores de descontrole nas contas públicas.
 
Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas para a tramitação da PEC dos Precatórios no Senado e para as manobras do governo do presidente Jair Bolsonaro para aumentar o gasto público no ano eleitoral de 2022.
 
A PEC dos Precatórios é a principal aposta do governo para viabilizar um Auxílio Brasil no valor de R$ 400. A proposta adia o pagamento de precatórios (dívidas do governo já reconhecidas pela Justiça) e altera o cálculo do teto de gastos (regra pela qual, de um ano para outro, as despesas do governo não podem crescer mais que a variação da inflação). As duas mudanças abrem um espaço orçamentário de mais de R$ 90 bilhões para o governo gastar em 2022.
 
Senadores apresentaram ao governo como alternativa a retirada do volume total de precatórios e requisições de pequeno valor do teto de gastos, o que proporcionaria um espaço fiscal de R$ 89 bilhões para custear o Auxílio Brasil. O líder do governo no Senado Federal e relator da PEC, Fernando Bezerra Coelho, admitiu, no entanto, que um acordo não está próximo no momento, e que ele irá submeter a opção à equipe econômica.
 
Piora das expectativas
O mercado financeiro elevou novamente a estimativa de inflação e piorou a projeção para o PIB de 2022, segundo pesquisa Focus, divulgada na segunda pelo Banco Central.
 
Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa do mercado para este ano subiu de 9,33% para 9,77%. Para 2022, subiu de 4,63% para 4,79% a estimativa de inflação.
 
O mercado manteve em 9,25% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021 e em 11% ao ano para o fim de 2022. Para o PIB, a previsão de crescimento deste ano passou de 4,93% para 4,88%. Para 2022, a estimativa de alta foi reduzida de 1% para 0,93%.
 
Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2021 permaneceu em R$ 5,50. Para o fim de 2022, ficou estável também em R$ 5,50 por dólar.