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Dólar mantém alta e chega a R$ 4,18

 

Dólar mantém alta e chega a R$ 4,18
 
O dólar mantém a trajetória de alta nesta sexta-feira (20), chegando a atingir R$ 4,18, depois de na véspera sofrer a maior valorização em um mês na esteira de expectativas de mais cortes de juros pelo Banco Central. No meio do pregão, a cotação teve um pico de queda repentino devido a ajustes técnicos de posições, mas logo voltou a subir.
 
Às 13h56, a moeda norte-americana subia 0,15%, a R$ 4,1684. Na máxima do dia até o momento chegou a R$ 3,1835 e, na mínima, a R$ 4,1483. Veja cotação.
 
Na véspera, o dólar fechou em alta de 1,43%, cotado a R$ 4,1623, acumulando avanço de 1,84% na parcial da semana. No acumulado no mês, a alta é de 0,50%. No ano, subiu 7,44% ante o real.
 
"O dólar está voltando a se aproximar do patamar de 4,20 e não podemos esquecer que na última vez que isso aconteceu houve intervenção do BC, mostrando desconforto e derrubando as cotações. Isso pode ser justamente uma tentativa de provocar o BC", afirmou à Reuters Jefferson Laatus, sócio fundador do Grupo Laatus.
 
Nesta sessão, o BC vendeu todos os 580 milhões de dólares ofertados em moeda física e negociou ainda todos os 11.600 contratos de swap cambial reverso ofertados - nos quais assume posição comprada em dólar.
 
O que explica o avanço frente ao real
O avanço do dólar ocorreu após novos cortes nas taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos, influenciado por uma perspectiva de queda ainda maior do diferencial de juros entre os países.
 
Na quarta, o Copom anunciou um corte de 0,50 ponto porcentual na Selic, que foi reduzida de 6% para 5,5% (menor patamar da história), e rebaixou ainda mais as projeções de inflação para este ano e o próximos, reforçando as apostas do mercado de mais cortes nos juros.
 
Como consequência, o diferencial de juros com os Estados Unidos deve recuar ainda mais. Isso porque, lá fora, o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) promoveu um corte de 0,25 pontos-base (p.p.), passando para a faixa de 1,75% a 2%, e sinalizou que pode moderar o ciclo de cortes.
 
Dessa forma, se a Selic encerrar o ano em 5%, projeção atual da Focus, o BC terá cortado 1,5 p.p., o dobro do que o Fed deve conceder até lá.
 
Para a equipe de análise da Correparti Corretora de Câmbio, a valorização do dólar na véspera também foi influenciada também pela fuga de capital estrangeiro, especialmente de fundos especulativos, em busca de melhor remuneração.
 
No acumulado de setembro até dia 13, o fluxo cambial financeiro estava negativo em 1,8 bilhão de dólares, segundo o BC.
 
 
Fonte: G1