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Dólar opera em alta e ultrapassa pela 1ª vez R$ 4,50

 

 
 
Moeda dos EUA sobe pela sétima sessão consecutiva, em meio aos persistentes temores sobre a expansão do coronavírus e impactos na economia global.
 
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (27), atingindo pela primeira vez a cotação de R$ 4,50 e subindo pela sétima sessão consecutiva, em meio aos persistentes temores sobre a expansão do coronavírus e impactos na economia global.
 
Às 12h34, a moeda dos EUA era negociada a R$ 4,4676, com alta de 0,61%. Na máxima, até o momento, chegou a R$ 4,5016. Já o dólar turismo era negociado ao redor de R$ 4,70, sem considerar a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Veja mais cotações.
 
O Ibovespa opera em queda de mais de 1% nesta quinta, após tombo de 7% na sessão anterior.
 
Na véspera, o dólar fechou em alta de 1,10%, a R$ 4,4407, renovando recorde de fechamento nominal (sem considerar a inflação), em meio ao avanço da epidemia de coronavírus pelo mundo e com a confirmação do primeiro caso no Brasil. Na máxima da sessão, chegou a R$ 4,4475, até então a maior cotação nominal intradia já registrada no país. No mês, o dólar acumulou alta de 3,63%. Em 2020, já subiu 10,75%.
 
A forte alta nesta quinta acontece mesmo após o Banco Central realizar neste pregão leilão extraordinário de até 20 mil swaps tradicionais com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, conforme anunciado na quarta-feira, no qual vendeu todos os contratos ofertados.
 
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (27), atingindo pela primeira vez a cotação de R$ 4,50 e subindo pela sétima sessão consecutiva, em meio aos persistentes temores sobre a expansão do coronavírus e impactos na economia global.
 
Às 12h34, a moeda dos EUA era negociada a R$ 4,4676, com alta de 0,61%. Na máxima, até o momento, chegou a R$ 4,5016. Já o dólar turismo era negociado ao redor de R$ 4,70, sem considerar a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Veja mais cotações.
 
O Ibovespa opera em queda de mais de 1% nesta quinta, após tombo de 7% na sessão anterior.
 
Na véspera, o dólar fechou em alta de 1,10%, a R$ 4,4407, renovando recorde de fechamento nominal (sem considerar a inflação), em meio ao avanço da epidemia de coronavírus pelo mundo e com a confirmação do primeiro caso no Brasil. Na máxima da sessão, chegou a R$ 4,4475, até então a maior cotação nominal intradia já registrada no país. No mês, o dólar acumulou alta de 3,63%. Em 2020, já subiu 10,75%.
 
A forte alta nesta quinta acontece mesmo após o Banco Central realizar neste pregão leilão extraordinário de até 20 mil swaps tradicionais com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, conforme anunciado na quarta-feira, no qual vendeu todos os contratos ofertados.
 
Tensão global
O número de novas infecções por coronavírus na China, fonte do surto, foi pela primeira vez superado por novos casos no restante do mundo na quarta-feira, aumentando os temores de uma pandemia.
 
"O impacto do coronavírus continua sendo uma incógnita e uma ameaça para a economia mundial", resumiu em nota Jefferson Rugik, da Correparti Corretora, citando movimentos de proteção.
 
Por conta de fluxos elevados de capitais para mercados de menor risco, o dólar segue se valorizando frente a outras moedas, em especial moedas de países emergentes como o real.
 
 
No exterior, as principais bolsas europeias operam em queda de mais de 3%, após mais empresas alertarem que o surto afetará seus lucros e resultados, incluindo Microsoft e AB InBev.
 
Na China, as bolsas fecharam em leve alta, com um menor número de mortes devido ao coronavírus e após o governo sinalizar mais suporte para a economia doméstica. No Japão, índice Nikkei fechou em queda de 2,13% e, em Seul, o índice KOSPI perdeu 1,05%.
 
Os preços do petróleo caíam mais de 2% nesta quinta-feira, no quinto dia consecutivo de perdas, para o menor nível desde janeiro de 2019. O petróleo Brent caiu abaixo de US$ 52 o barril, enquanto que petróleo dos Estados Unidos recuou para menos de US$ 47 por barril.
 
Embora o maior número de casos confirmados e os principais impactos ainda estejam concentrados na China, os temores de uma pandemia intensificaram-se com autoridades pelo mundo lutando para prevenir a disseminação do vírus, que já foi registrado em cerca de 30 países, gerando interrupção de produção e consumo na China, e também a paralisação de algumas atividades em países como Coréia do Sul, Japão e Itália.
 
No Japão, todas as escolas de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio foram orientadas nesta quinta a ficar fechadas até o fim das férias da primavera em abril para ajudar a conter o surto.
 
Impactos no PIB do Brasil
Além das preocupações sobre o impacto do coronavírus, o dólar mais valorizado nas últimas semanas tem refletido os juros em mínimas históricas no Brasil e as perspectivas sobre o ritmo de crescimento da economia brasileira e andamento das reformas.
 
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, reconheceu nesta quinta que o avanço do coronavírus pode ter impacto no crescimento mundial e "afetar todo mundo, inclusive o Brasil". Ele le acrescentou que a Secretaria de Política Econômica (SPE) deverá rodar em breve uma nova projeção para o crescimento da economia em 2020.
 
 
"Está assustando todo mundo pois pode ter impacto muito forte no desaquecimento da economia mundial, isso impacta a exportação de todo mundo. Tem desorganização de cadeias produtivas, organizadas em países asiáticos. É um fenômeno que está todo mundo se debruçando agora. O risco é no preço de commodities e em um crescimento menor do mundo. A gente tem de estar preparado e lidar com a situação", afirmou.
O Bank of America Merrill Lynch reduziu nesta quinta-feira sua perspectiva de crescimento econômico do Brasil em 2020 para 1,9%, citando impactos do coronavírus nas exportações e contínuos indicadores de atividade econômica sem sinal uniforme.
 
O mercado brasileiro reduziu para 2,20% a previsão a alta do PIB em 2020, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta quarta, mas diversos bancos e consultorias já estimam um crescimento abaixo de 2%.
 
Já a projeção do mercado para a taxa de câmbio no fim de 2020 subiu de R$ 4,10 para R$ 4,15 por dólar. Para o fechamento de 2021, subiu de R$ 4,11 para R$ 4,15 por dólar.
 
A redução sucessiva da Selic desde julho de 2019 também contribui para uma maior desvalorização do real ante o dólar. Isso porque diminuiu ainda mais o diferencial de juros entre Brasil e outros pares emergentes, o que pode tornar o investimento no país menos atrativo para estrangeiros e gerar um fluxo de saída de dólar. E cresce no mercado as apostas sobre a chance de um possível novo corte na Selic, atualmente em 4,25% ao ano.
 
Fonte: G1