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Guerra comercial: EUA e China suspendem novas tarifas sobre importações

 

 
 
 
 
China e Estados Unidos concordaram sobre a primeira fase de negociações comerciais entre os dois, anunciaram nesta sexta-feira (13) o vice-ministro de comércio chinês, Wang Shouwen, e o presidente dos EUA, Donald Trump. Com isso, os dois países vão suspender a aplicação de novas tarifas sobre importações que deveriam entrar em vigor neste domingo.
 
Em pronunciamento à imprensa, o vice-ministro de comércio chinês, Wang Shouwen, afirmou que a primeira fase das negociações comerciais entre China e Estados Unidos tiveram grande progresso. De acordo com o representante chinês, os dois países concordaram com o "contexto" da primeira fase das negociações comerciais. Ele apontou que os EUA concordaram em reduzir gradativamente as tarifas adicionais impostas aos produtos chineses.
 
O acordo terá de passar por "procedimentos legais" em ambos os países antes de ser assinado.
 
A China, por sua vez, deve ampliar a proteção aos interesses empresariais estrangeiros em seu território. O país também se comprometeu a incrementar a importação de energia e produtos agrícolas (incluindo trigo e milho) e farmacêuticos, além de serviços financeiros dos EUA. Os valores e volumes dessas compras não foram informados.
 
Alguns analistas duvidam que a China possa conseguir um aumento tão dramático nas compras agrícolas. Por exemplo, a demanda por soja – importante produto dos EUA usado para alimentação animal – está em queda devido à febre suína africana no país. Isso também torna improvável um grande aumento de compras de milho, disseram eles.
 
Em uma rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os dois países concordaram com uma "grande primeira fase" do acordo.
 
Embora tenham sido suspensas as tarifas que entrariam em vigor neste domingo, as já existentes de 25% "continuarão como estão", afirmou Trump. Essas tarifas são aplicadas a cerca de US$ 250 bilhões em produtos chineses. Outros cerca de US$ 120 bilhões serão taxados a 7,5%.
 
Segundo Trump, a China concordou com "muitas mudanças estruturais" e "compras maciças" de produtos dos EUA. "Vamos começar as negociações da segunda fase imediatamente, em vez de esperar até depois das eleições de 2020", afirmou o presidente norte-americano.
 
Tarifas seriam impostas neste domingo
Sem o acordo, os Estados Unidos colocariam em vigor, a partir deste domingo (15), tarifas sobre US$ 160 bilhões em produtos chineses como telefones, consoles de videogame ou roupas esportivas.
 
Caso isso acontecesse, a China responderia com uma tarifa de 25% para carros americanos e 5% para autopeças; impostos que foram suspensos no início deste ano como um gesto de boa vontade.
 
Fonte: G1