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Ibovespa recua antes de feriado e de discurso de Powell

 

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Mercado aguarda sinais sobre a possibilidade de novos estímulos econômicos nos EUA.
 
A bolsa brasileira recua, nesta quarta-feira, 10, com os investidores à espera do discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que pode dar pistas sobre a possibilidade de novos pacotes de estímulos. Depois de abrir em alta, às 13h40, o Ibovespa, principal índice de ações, caía 1,94% e marcava 94.951,74 pontos.
 
Powell irá discursar no período da tarde, logo após ser divulgada a decisão sobre a taxa básica de juros americana. No mercado, as apostas de manutenção da taxa no intervalo entre 0% e a 0,25% ao ano são praticamente unânimes, já que a possibilidade de juros negativos já foi descartada diversas vezes por membros do Fed.
 
“Esse é o evento mais importante do dia. Se não forem anunciados novos estímulos, a bolsa deve manter a realização de lucros [iniciado na véspera]”, afirmou Jeffeson Laatus, estrategista-chefe do Grupo Laatus. Ontem, o Ibovespa fechou em queda de quase 1%, após uma sequência de 7 pregões de alta.
 
Internamente, há maior clima de cautela, tendo em vista que não haverá pregão na quinta-feira, 11, em razão do feriado de Corpus Christ. “Amanhã tem dado importante sobre os pedidos de auxílio desemprego nos Estados Unidos. Então muita gente não quer ficar exposto”, disse Gustavo Bertotti, economista da Messem Investimentos.
 
Por aqui, o mercado também repercute o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, que veio levemente acima das expectativas. Na comparação anual, a inflação foi de 1,88% ante a expectativa de 1,8%. Já em relação ao mês de abril, houve deflação de 0,38%, enquanto o mercado esperava deflação de 0,46%.
 
“O mercado comemora dois fatores: a inflação mostra que há alguma atividade econômica e que ainda há espaço para cortar juros”, comentou Laatus.
 
Na terça-feira, o diretor de política econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, voltou a sinalizar que novos cortes de juros podem voltar a ser feitos. Na última ata do Comitê de Política Monetária (Copom), foi dito que um novo corte de até 0,75 ponto percentual poderia ser feito já na próxima reunião, marcada para a semana que vem.
 
Por outro lado, o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que prevê recessão global de 6% para este ano causou algum espanto entre os investidores. As previsões para o Brasil são ainda piores. De acordo com a organização, o PIB brasileiro deve encolher 7,4%, em 2020. Em caso de uma segunda onda, a economia mundial deve ter retração de 7,6% e a brasileira, de 9,1%.
 
Destaques
Na bolsa, as ações de companhias aéreas Azul e GOL amargavam as maiores perdas da sessão, com quedas de 7,6%. Durante o rali que durou até segunda-feira, os papéis dessas duas companhias chegaram a dobrar de valor. As ações da CVC e da Embraer, que, assim com as aéreas, apresentaram forte valorizações em meio ao otimismo da semana passada, também figuram entre as maiores quedas deste pregão, recuando cerca de 6,8% e 5,8%, respectivamente.
 
Na outra ponta, ações consideradas defensivas, como as de companhias de transmissão de energia Taesa e Energie e da farmacêutica Raia Drogasil lideram as altas, subindo pouco mais de 1%.
 
Fonte: EXAME