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Ibovespa recua na contramão do exterior e perde os 100 mil pontos

 

 
 
Risco político volta a ganhar força, com rumores sobre saída de Paulo Guedes do governo.
 
A bolsa brasileira opera na contramão do cenário internacional e recua nesta segunda-feira, 17, a repercussão de uma possível saída do ministro da Economia Paulo Guedes. Às 14h45, o Ibovespa, principal índice da B3, caía 2,42% para 98.915 pontos.
 
No fim de semana, os rumores de que Guedes deixará o governo ganharam força, com o presidente Jair Bolsonaro sinalizando ser contrário ao cumprimento do teto de gastos. “Houve a saída de cargos importantes do ministério da Economia e isso enfraquece a agenda liberal do Paulo Guedes. O mercado aguarda apreensivo como vai ser essa questão do teto de gastos, que é uma pauta que o Guedes sempre defendeu. Então começa a se ventilar até sua saída. O risco político está voltando a ganhar força. Há muitas incertezas”, afirma Gustavo Bertotti.
 
Para Bertotti, as discussões sobre o teto de gastos devem ganhar ainda mais relevância no mercado nesta semana, tendo em vista a agenda econômica esvaziada nas principais economias do mundo.
 
No exterior, as bolsas sobem na esteira do mercado chinês, que teve iniciou a semana em alta, após o governo local injetar mais estímulos na economia. “Esse noticiário se sobrepõe às tensões geopolíticas entre Washington e Pequim e às preocupações globais sobre os impactos econômicos do coronavírus”, avalia a equipe de analistas da Exame Research. Nos EUA, o índice S&P 500 sobe 0,29% e o Nasdaq, 0,74%. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,41%, enquanto a bolsa de Xangai subiu1,88%.
 
Apesar do clima positivo nos mercados internacionais Marcel Zambello, analista da Necton Investimentos vê fatores de risco no médio prazo, como a indefinição do pacote emergencial nos EUA e as eleições americanas, em que o democrata Joe Biden aparece como vencedor nas pesquisas de opinião. “Não que o Biden seja muito negativo, mas deve estressar o mercado se for eleito.”
 
Na bolsa ações com grande peso no Ibovespa, como as da Petrobras e dos grandes bancos são negociadas em queda e ajudam a puxar o índice para baixo, enquanto as da Vale sobem e impedem perdas ainda mais significativas.
 
Na ponta positiva, lideram os papéis dos frigoríficos, que ainda sentem os efeitos dos balanços fortes divulgados no fim da semana passada. Marfrig sobe 6,3%, Minerva, 4% e JBS, 3,8%. As ações da Magazine Luiza também são negociadas no campo positivo, subindo 0,3% na véspera do balanço do segundo trimestre, que será divulgado após o pregão de hoje.
 
Entre as maiores baixas figuram os papéis da Hering, BRMalls, Multiplan e MRV, com respectivas quedas de 8%, 4,6%, 4% e 4%.
 
Fonte: EXAME