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Saiba como o IBGE calcula a taxa de desemprego

 

IBGE
 
O presidente Jair Bolsonaro, em entrevista na noite de segunda-feira em Israel, criticou a metodologia do IBGE para medir o desemprego no país. Segundo Bolsonaro, os índices “parecem feitos para enganar a população”.
 
O IBGE adota parâmetros definidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo metodologia que é revisada periodicamente. A última revisão foi em 2013, quando houve a mais recente Conferência Internacional dos Estatísticos do Trabalho.
 
O levantamento, chamado de Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) contínua, visita mensalmente 70 mil domicílios em todo o país. São amostras intercaladas e, ao longo de um trimestre, são visitadas ao todo 211 mil famílias, em 3.464 municípios.
 
São investigados todos os tipos de ocupação: no setor privado, com carteira de trabalho e sem carteira de trabalho, no setor público, os empregadores e ainda os trabalhadores por conta própria. Nos domicílios visitados, todos os brasileiros com mais de 14 anos de idade são entrevistados. Cerca de dois mil pesquisadores trabalham no levantamento mensalmente.
 
A pesquisa mostra não apenas quem está trabalhando ou buscando vagas, mas também os brasileiros que estão disponíveis para trabalhar mas, por algum motivo qualquer, não procuraram uma posição no período da entrevista.
 
Veja, abaixo, os principais números da pesquisa de fevereiro
 
92,1 milhões de ocupados
São os brasileiros que estavam trabalhando na semana da pesquisa do IBGE. Inclui 61,6 milhões empregados, formais e informais; 4,5 milhões de empregadores e 23,8 milhões de trabalhadores por conta própria.
 
 
13,1 milhões de desempregados
São os brasileiros que buscaram uma vaga na semana da pesquisa do IBGE mas não encontraram.
 
 
4,9 milhões de desalentados
São os trabalhadores que estão desempregados mas nem procuraram vaga na semana. Inclui quem se acha muito jovem, muito idoso, pouco experiente, sem qualificação ou acredita que não encontrará oportunidade no local onde reside. O número de desalentados é influenciado por vários fatores, até por notícias relacionadas à crise. Parte das pessoas que tem contato com informações sobre aumento de número de desempregados simplesmente desiste de procurar. O número se manteve recorde em fevereiro.
 
 
6,7 milhões de subocupados
São brasileiros que fizeram algum tipo de trabalho, mas que dedicaram menos de 40 horas semanais a isso e gostariam de trabalhar por um período maior. Um profissional freelancer ou alguém que faça bicos e não está conseguindo muitos trabalhos se encaixa nessa situação.
 
 
27,9 milhões de trabalhadores subutilizados
Este grupo inclui, além dos desempregados, os desalentados, os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e ainda a força de trabalho potencial. Com 8,1 milhões de brasileiros nessas condições em fevereiro, a força de terabalho potencial considera duas situações: 1) quem procurou uma vaga mas, por algum motivo qualquer (como, por exemplo, cuidar de um parente doente), não estava disponível para trabalhar na semana da pesquisa do IBGE; 2) quem não procurou uma vaga, mas estava disponível para trabalhar na semana de referência.
 
 
65,7 milhões fora da força de trabalho
São pessoas em idade ativa, ou seja, com mais de 14 anos, mas que não estavam trabalhando nem buscando emprego. Em momentos de crise prolongada de emprego, além de aumentar o desalento, costuma crescer também o número de pessoas fora da força de trabalho.
 
 
Fonte: Época Negócios